Pianista goiano Ricardo Leão é homenageado do Figo 2014

Pianista, arranjador, compositor, produtor e diretor musical. Um dos músicos mais atuantes na cena brasileira. Acumula premiações, como o prêmio SHARP, pela produção musical de Por onde andará Stephen Fry?, de Zeca Baleiro. Traz ainda sua assinatura em aproximadamente 300 discos. Estudou piano com nomes como Belkiss Spencieri, Camargo Guarnieri e Dario Galante. E, agora, é também o homenageado do Festival Internacional de Música em Goiás (Figo), edição 2014.

O nome dele? Ricardo Leão. Um goiano que trilhou sua carreira com determinação e talento e que tem sido, por isso, recompensado com sucesso e reconhecimento.

Neste Figo 2014, ele se apresenta em Goiânia no dia 27 de setembro, num show que será marcado por algumas de suas composições em trilhas e temas para cinema, TV e teatro. Como exemplos, ele cita a trilha do seriado Pé na Cova e do Fantástico, da Rede Globo, e dos filmes SOS Mulheres ao Mar e O Carteiro.

“Tocar em Goiânia para mim é sempre motivo de emoção e alegria. Foi onde tudo começou”, celebra Leão, relembrando o início da carreira. “Sempre estudei muito, houve uma época que estudava até oito horas por dia. E sempre tive a certeza de que queria ser músico. Tive sorte por ter nascido em uma família que sempre me apoiou e professores maravilhosos que me ensinaram tudo o que sei hoje. Mas o principal de tudo: muito amor pela música.”

Há 27 anos no Rio de Janeiro, ele conta que a mudança foi um caminho natural e necessário para a carreira, mas que receber uma homenagem em casa, em Goiás, significa o reconhecimento pelo seu trabalho. “Estou em um momento de muitos projetos e criação. Receber essa homenagem me deixa muito feliz e emocionado e isso me motiva ainda mais a continuar”, declara o artista.

Entre suas referências e influências musicais, Ricardo Leão cita nomes que vão dos clássicos Bach e Mozart, até o rock progressivo de Rick Wakeman e Tony Banks, passando pelos inesquecíveis Clube da Esquina, Cesar Camargo Mariano e Egberto Gismonti, de quem teve a sorte de assistir a um show ainda em 1978, no Teatro Goiânia.

“Sai de lá com a certeza de que era aquilo que eu queria para mim: fazer música”, relembra, ressaltando a importância de experiências como essas. “A realização de um festival como o Figo permite a troca de informações entre os músicos de fora com os de Goiás. E também é muito importante na formação de novas plateias, que muitas vezes não tem acesso a esse tipo de música em rádios e TVs.”

 

 

Ricardo Leão - Crédito-Layza Vasconcelos Ricardo Leão - divulgação 2 Ricardo Leão - divulgação

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