Gaiteiro Renato Borghetti se apresenta na primeira noite do Figo 2014

Texto: Déborah Gouthier

Você sabe qual foi o primeiro álbum de música instrumental a ganhar um disco de ouro no Brasil? “Gaita-ponto”, lançado na década de 1980 e batizado com o nome do instrumento que acompanha Renato Borghetti desde que ele tinha apenas dez anos de idade. De lá para cá, são 30 anos de carreira, que serão rememorados em show no Festival Internacional de Música em Goiás (Figo).

O músico gaúcho, também conhecido como Borghettinho, é acordeonista, antropólogo, folclorista e artista plástico. É também um dos artistas brasileiros com carreira internacional mais solidificada. Suas primeiras apresentações no exterior foram em 1998 e não pararam mais, com turnês constantes em países como Itália, Croácia e a Áustria, onde Borghetti tem até fã-clube.

Das influências e experiências adquiridas, ele hoje consolida sua música como etnomusic, worldmusic e jazz fusion, sem perder a essência de ritmos como o vanerão, o xote, a milonga e o chamamé. “Como partimos de nossas raízes para uma música mais elaborada, uma coisa mais jazzística, a aceitação é total”, explica o gaiteiro sobre a recepção do público no mundo todo.

É essa mesma vibração que Borghetti traz para o show do dia 12 de setembro, na última atração da noite de abertura do Figo 2014, em Alto Paraíso. Na ocasião, ele se apresentará com a formação em quarteto que o vem acompanhando em suas turnês europeias recentes, com Daniel Sá nos violões, Pedrinho Figueiredo na flauta e sax e Vitor Peixoto nos teclado

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