Maracatu Alto do Riviera

O Maracatu Alto do Riviera surgiu em 2010 com alunos de percussão do professor Rodrigo Kaverna no Projeto Arte Educação da Fundação Jaime Câmara. No intuito de continuar desenvolvendo o trabalho do grupo numa perspectiva profissional e de valorização da cultura popular, o grupo uniu-se ao Projeto Ninho Cultural, um coletivo cultural, do qual Rodrigo é idealizador, que existe na região leste de Goiânia desde 2005. O Maracatu Alto do Riviera é formado por: Marina Duarte (Puxadora); Mônica Neiva; Joel; Jhenyfer Alves; Carol; Weiler Jahmaika; Danilo Turques; Anderson Nogueira; Paula Luque; Rodrigo Kaverna; Yan Davi; Bábara; Guilherme e Kaique.”

Integrantes:
Marina Duarte (Puxadora); Mônica Neiva; Joel; Jhenyfer Alves; Carol; Weiler Jahmaika; Danilo Turques; Anderson Nogueira; Paula Luque; Rodrigo Kaverna; Yan Davi; Bábara; Guilherme e Kaique.”

Entre no rítimo com o Maracatu Alto do Riviera:

Bake Batuke

O Grupo Bake Batuke surgiu no ano de 2011 com alunos de percussão do professor Rodrigo Kaverna no Projeto Arte Educação da Fundação Jaime Câmara. No intuito de continuar desenvolvendo o trabalho do grupo numa perspectiva profissional, o grupo uniu-se ao Projeto Ninho Cultural, um coletivo cultural, do qual Rodrigo é idealizador, que existe na região leste de Goiânia desde 2005. Tendo a música como base, mais propriamente o canto e a percussão, o Ninho Cultural tem o propósito de capacitar jovens com o objetivo de fomentar capacidades criativas, artísticas e organizacionais entre os participantes a ponto de formar grupos artísticos autônomos com capacidade de se autogerirem. Hoje, o Bake Batuke é composto pelos percussionistas: Jhenyfer Alves; Jhenyfher Nathalia; Caik Rodrigues; Anderson Nogueira; Weiler Jahmaika; Yan Davi; Guilherme Isac; Danilo Tuques; Pedro; Bianca; Ana Paula e Paula Luque.”

Integrantes:
Jhenyfer Alves; Jhenyfher Nathalia; Caik Rodrigues; Anderson Nogueira; Weiler Jahmaika; Yan Davi; Guilherme Isac; Danilo Tuques; Pedro; Bianca; Ana Paula e Paula Luque,Barbara Horrana.

Bake Batuke se apresenta na Sexta-Feira, dia 26 de setembro no Centro Cultural Oscar Niemeyer.
Assista a fantástica performance do Bake Batuke:

Renato Borghetti (RS)

Poucos sabem que Renato Borghetti é hoje um dos artistas brasileiros de mais solida carreira internacional.
Tournés europeias são uma constante na vida do gaiteiro , cidades italianas (sua origem) , passando ainda por festivais na Croácia, Republica Tcheca, Áustria e Alemanha. Na Áustria, onde se apresenta regularmente desde 2000, Renato se sente em casa, pois não há cidade em que não tenha tocado.

“Lá tenho até um fã clube, as pessoas vão a tudo que é show, saem de Viena para assistir em cidades do interior e vice-versa, sempre lotando os lugares”, conta. com show de lançamento previsto para outubro, no Teatro do Bourbon Country.

No verão europeu, as apresentações são na maioria ao ar livre, para milhares de pessoas; mas também teatros, clubes de jazz, casas noturnas e centros culturais daqueles países e da França, Portugal, Hungria, Holanda, Eslovênia, Bélgica, Suíça tem programado a musica do gaucho. Para os que gostam de rótulos e classificações (como os jornalistas), o instrumental, o instrumental de Borghetti costuma entrar nos arquivos de etnomusic, world music, jazz fusion. Mesmo tendo na essência ritmos como vanerão, chote, milonga e chamamé, não causa nenhum estranhamento. Até pelo contrario : “ A sonoridade do acordeon é familiar para o público europeu, e como partimos de nossas raízes para uma música mais elaborada, uma coisa mais jazzística, a aceitação é total. São normalmente shows longos, não saímos sem fazer diversos bis ”.

Renato Borghetti é a última atração da noite de abertura do FIGO, no dia 12/09 em Alto Paraíso.

Ouça Renato Borghetti – Pout porri de Rancheiras

Rosário Smowing (ARG)

ROSARIO SMOWING é uma “rockbigband” da cidade de Rosario, Argentina.

Com 14 anos de trabalho e três álbuns lançados de forma independente, é considerado como um grupo dos mais proeminentes em seu gênero.

Com suas origens no final do século XX, recria a música  de dança dos anos ´40, ´50 e ´60  no seu jeito de “Swing Argentino”, com canções e arranjos originais que combinam elementos de ska, jazz, mambo, rockabilly, dixie, tango e bolero .

Com duas turnês pela europa no currículo, Rosario Smowing promete ser uma das bandas mais interessantes do festival.
O grupo se apresenta na Sexta-Feira, dia 12/09, em Alto Paraíso. Não perca!

Ouça Rosario Smowing – Se mueve

Siba e a Fuloresta (PE)

Após viver em São Paulo por sete anos, Siba voltou para Pernambuco em 2002 para começar a “Fuloresta”, um grupo formado por músicos tradicionais de Nazaré da Mata, uma pequena cidade com 30 mil habitantes, distante 65 km de Recife. Seu álbum de estréia, “Fuloresta do Samba”, foi gravado com uma unidade móvel perto de Nazaré, e lançado em 2003, seguido de apresentações em todo o Brasil.

O grupo também fez quatro turnês européias entre 2004 e 2009 desenvolvendo com o tempo sua habilidade de adaptar uma música que dura a noite inteira para o formato mais conciso dos palcos. Segundo Siba: “Nunca entendemos nosso passado ou nossas tradições como uma gaiola. Pelo contrário, nossa tradição nos oferece um vasto vocabulário, e nós nos esforçamos para usá-lo todo dia e a noite toda. É impossível reproduzir a maneira como envolvemos toda a comunidade na poesia e nas danças durante a noite toda, mas na hora ou nos 90 minutos que os festivais oferecem temos uma grande oportunidade de mostrar nosso impacto musical”.

“Toda vez que eu dou um passo / O mundo sai do lugar” (Ambulante Discos) é o segundo lançamento de Siba e da Fuloresta: letras diretas de uma poesia intensa, cirandas, cocos-de- roda e frevos misturados com dubs, guitarras e pianos elétricos e uma orquestra de sopros executando arranjos inovadores, junto a convidados muito especiais, como Céu, Beto Villares, Marcelo Pretto, Fernando Catatau, Isaar França e o cirandeiro Zé Galdino. Um álbum com um inesperado tom cosmopolita, que extrapola e questiona as barreiras entre cultura popular e música pop, poesia oral e literatura e o já desgastado contraste entre tradição e modernidade.

Siba é apontado como um dos principais mestres da nova geração da ciranda e do maracatu, e se apresenta em Goiânia no dia 27/09.

Ouça Siba – Toda vez que dou um passo o mundo sai do lugar

 

Septeto Santiaguero (CUB)

Indicados ao Grammy Latino (2011)

Fundado em 1995, o Septeto Santiaguero é atualmente considerado como um dos mais importantes septetos tradicionais cubanos no mundo.

Vencedores por duas vezes do prêmio Cubadisco e com duas indicações ao Grammy Latino de melhor álbum de música popular tradicional com seu sexto e sétimo álbum, o Septeto Santiaguero tem no currículo turnês na Europa, América do Sul e América do Norte, sendo aclamados como os expoentes da autêntica música tradicional cubana.

Ouça Septeto Santiaguero – Que le den candela

Hermeto Pascoal (AL)

Nascido em Alagoas, no dia 22 de junho de 1936, desde criança Hermeto foi fascinado pelos sons da natureza. A partir de um cano de mamona de abóbora, fazia um pífano e ficava tocando para os passarinhos. Em Pernambuco, casou em 1954 com Ilza da Silva, com quem viveu 46 anos e teve seis filhos. Em 1958, mudou-se para o Rio de Janeiro e depois São Paulo. Criou o grupo Quarteto Novo (1966) que inovou com sua sonoridade refinada e riqueza harmônica. Em 1969, viajou para os EUA e gravou dois discos, atuando como compositor, arranjador e instrumentista. Nessa época, conheceu Miles Davis e gravou com ele duas músicas suas: Nem Um Talvez e Igrejinha. Em 1978, participou do Festival de Montreux, na Suíça, quando teve editado o álbum duplo Hermeto Pascoal ao vivo, e seguiu para Tóquio, onde participou do festival Live under the sky. Lançou o Cérebro Magnético, em 1980, multiplicando suas apresentações pela Europa.

Hermeto Pascoal se apresenta em Goiânia, no dia 26/09, Sexta Feira. Não perca!

Veja o show de Hermeto Pascoal no festival Jazz sous les pommiers (2012)

Yusa Jazz Ya (CUB)

Nascida e criada na área de Buena Vista, conhecida como Playa, em Cuba, Yusa divide seu tempo entre o amor pela música e pelo mar. Influenciada por seu pai, que era um marinheiro, Yusa começou a tocar guitarra quando ainda era jovem. Também teve aulas de piano e baixo.

Enquanto frequentava o Conservatório Amadeo Roldan com contemporâneos como Roberto Carcaças, ela muitas vezes foi encontrada se apresentando nos corredores da escola. A partir daí, se juntou a um quinteto de jazz de improviso chamado Quasi-Jazz. O grupo, frequentemente, tocava no famoso clube de jazz cubano, El Zorro y el Cuervo.

Inspirada em músicos americanos como Miles Davis e Stevie Wonder, além de cantores britânicos, como Peter Gabriel e Sting, Yusa se apresentou em bares e casas noturnas de Havana durante a maior parte dos anos 90. Em 2001, começou a trabalhar em seu álbum de estréia. Assim, lançou seu auto-intitulado CD, em 2002. Sua música tem sido descrita como uma fusão de jazz, rock e música brasileira moderna.

Yusa se apresenta no dia 13/09, Sábado, em Alto Paraíso. Não perca!


“Plena de energia vital, experimentação e texturas, Yusa é definitivamente uma nova forma de escutar Cuba”. Jan Fairley, musicóloga inglesa


 “Yusa faz com que sua voz saia das entranhas da América negra e deixa o público enfeitiçado com uma deliciosa balada de jazz, folk cubano, tropicalismo e poesia que redefinem o eterno romance entre o som e os silêncios”. Revista Rolling Stone


 

Ouça Yusa – Flash

Julio Lemos e Gabriel Grossi

 

Júlio Lemos e Gabriel Grossi se apresentam em Pirenópolis, no dia 20/09, Sábado.

Gabriel Grossi é considerado atualmente um dos maiores representantes da harmônica no mundo. Desenvolve caminhos inusitados para a inserção de seu instrumento no rico universo da música brasileira. Assim, tem sido bastante solicitado para realizar gravações e shows no Brasil e no exterior ao lado de grandes nomes da música como: Chico Buarque, Ivan Lins, Leila Pinheiro, João Donato, Dave Matthews, Guinga, Lenine, Djavan, Milton Nascimento, Dominguinhos, Maria Bethânia, Ney Matogrosso entre outros, além de Hermeto Pascoal, uma de suas grandes influências.

Como instrumentista e também compositor arranca elogios de dois dos maiores representantes da harmônica mundial. Toots Thielemans o cita como um dos maiores gaitistas da atualidade e comenta: “Fiquei muito impressionado com Gabriel Grossi, é um gaitista que toca com enorme facilidade, um músico de grande explosão. Também fiquei admirado com suas composições e seu domínio da linguagem brasileira”. Mauricio Einhorn, seu ex-professor, também comenta: “É um gaitista espetacular, um músico de forte personalidade movido por uma enorme paixão pela gaita e pela música, me encho de orgulho em ter participado deste brilhante cd (Diz que fui por aí)”.

 

. Julio Lemos

Julio Lemos apresenta trabalhos musicais tanto na linha da música erudita como na música popular brasileira, em diversas formações: de violão solo, em duo com flauta, e duo com percussão.

É integrante dos grupos Brasil in Trio (antigo Choro in Trio) desde 2006, formado por: Julio Lemos, Everton Luiz e Diego Amaral, grupo Regional do Ciranda desde 2012, formado por Zé do Choro, Leandro Gomes e Henry, grupo Trio Brasil Acústico, desde 2010, formado pelos músicos: Julio Lemos, Bororó e Ricardo de Pina, nos quais se apresenta regularmente em eventos nacionais e internacionais. Dentre estas apresentações podemos citar como destaque, na cidade de Goiânia, no Festival Goiânia Canto De Ouro em 2013 com Brasil in Trio, no Teatro Goiânia, em 2012, com Brasil in Trio Tributo a Cartola, na cidade de Goiás, no evento FICA (Festival Internacional de Cinema Ambiental), ano 2012, com Duo Brasil Acústico, formado por Julio Lemos com o percussionista brasiliense Junior Viegas e em 2013 também no FICA com Brasil in Trio e cantores convidados: Pedro Oliveira e Claudia Garcia, em Pirenópolis no Festival Canto da Primavera com o Regional do Ciranda

Em 2012 Julio lemos realizou uma turnê pela Europa onde fez um concerto de violão solo em Portugal, na cidade de Lisboa, no Palácio da Foz e realizou apresentações com grupos de choro na Espanha, em Barcelona e na Alemanha, em Berlim. Já dividiu o palco com importantes músicos da música brasileira, tais como o baixista, Bororó, o gaitista Gabriel Grossi, o guitarrista Toninho Horta o baixista Marcelo Maia, o cavaquinista Marcio Marinho, o violonista Fernando César entre outros. Como violonista de sete cordas já tocou como convidado em diversos grupos de choro e samba, já acompanhou várias cantoras Goianas, tais como Grace Carvalho, Maíra Lemos, Sabah Moraes, Elisa Canuto, Fernanda Guedes, Camila Faustino e Bebel Roriz, em diversos shows em Goiânia e na região do centro oeste. Participou de várias apresentação do Projeto da Secult municipal de Goiânia, Goiânia Revive o choro, e do projeto Revirada Cultural durante os anos de 2007 à 2011. Recentemente fez uma turne pela America do Sul na Argentina e Chile, com shows do disco do grupo Brasil in Trio.

Paralelamente a sua atuação de performer no campo da música popular e Erudita, atua também como pesquisador, publicou diversos artigos em congressos de música voltados também à performance musical, merecendo destaque as publicações realizadas na ANPPOM (Associação Nacional de Pós graduação e Pesquisa em Música), nos anos de 2011 e 2013. Julio Lemos é professor efetivo de música da Universidade Federal de Goiás, desde 2010, atua nos campo da prática da performance em música, no qual além de aulas de instrumento em conjunto, também é coordenador, regente e arranjador da Orquestra de Violões da EMAC-UFG, (Escola de Música e Artes Cênicas da UFG), projeto que teve início no ano de 2012.

 

Assumtrio

O ASSUM TRIO, formado pelos músicos Diones Correntino(piano), Johnson Machado(clarinete) e Fabiano Chagas(violão), apresenta um repertório de musicalidades diversas e contrastantes. Inspirados por vários universos que vão desde a música popular brasileira,a música latino americana, o jazz e a música clássica, os músicos propõem releituras e interpretações com conteúdos de improvisação e nuances refinadas.

O repertório conta com composições próprias e arranjos sobre criações de músicos como Carlos Aguirre, Mário Laginha, Egberto Gismonti, Chico Buarque, Pixinguinha, Paulinho da Viola, Piazzolla e Guinga. Os três músicos são professores da Escola de Música e Artes Cênicas da UFG.

Assumtrio se apresenta em Goiânia, no sábado do dia 27/09.

Assista Assumtrio

Fabiano Chagas Quinteto

abiano Chagas é considerado um dos guitarristas mais versáteis da nova geração. Suas influências vão da Música Popular Brasileira ao Jazz, passando pela música erudita e o regionalismo.

Fabiano tem sido elogiado por onde passa.Sua expressão, musicalidade e virtuosismo se misturam com a maturidade de suas interpretações.

Desde de 2009, o músico goiano tem participado de shows, concertos e turnês ao redor do mundo, tocando em importantes festivais e casas especializadas em Jazz. Fabiano tem se apresentado na Ucrânia, Áustria, Alemanha, Inglaterra, Suíça e Estados Unidos.

Como educador, tem ministrado workshops sobre improvisação, violão e guitarra em várias universidades brasileiras e do exterior. Em julho de 2011, participou do seminário internacional “Aebersold Jazz Summer” em Louisville, Kentucky – USA, realizando Jam sessions com grandes nomes do Jazz como Eric Alexander e Dave Striker. Neste evento foi elogiado calorososamente por um dos maiores pedagogos do Jazz, o saxofonista Jerry Coker.

No mesmo ano, estabelece uma amizade e parceria com o violinista austríaco Rudi Berger, considerado um dos cinco maiores violinistas de jazz do mundo. Com Rudi, Fabiano Chagas realiza sua primeira turnê pela para Europa, visitando vários países.

Mestre em música, desde 2009, Fabiano Chagas é professor efetivo de violão popular, guitarra e improvisação da EMAC – Universidade Federal de Goiás.

Durante dez anos, a convite do maestro Jarbas Cavendish, Fabiano atuou como guitarrista da Banda Pequi (Orquestra de Música Brasileira). Com essa orquestra gravou um DVD em 2004, e um CD em 2009. Diversos artistas de renome nacional e internacional se apresentaram ao lado da Banda Pequi, dentre eles: Leila Pinheiro, Mônica Salmaso, Arismar do Espírito Santo, Carlos Malta, Zé Canuto, Teco Cardoso, Nelson Faria.

Em 2012, Fabiano Chagas iniciou a gravação do seu primeiro CD solo “ Universo Híbrido “.

O disco conta com a participação especial de Toninho Horta, Rogério Caetano e Rudi Berger. Além de composições próprias, também grava clássicos da música instrumental brasileira.


Violonzaço, guitarraça, bateria chinfra, pandeiraço!!! Maravilhoso! – Hermeto Pascoal, músico

Uum excelente guitarrista! Exibe sempre integridade harmônica e realiza inprovisações muito inspiradas – Jerry Coker, Músico

 

Ouça Fabiano Chagas

Chico Chagas

Chico Chagas é natural da Amazônia Brasileira, nasceu em Rio Branco – Acre, onde viveu até os dezesseis anos. Voltou recentemente da Europa, onde viveu por três anos entre França, Inglaterra e Alemanha. Durante este período dedicou a maior parte do seu tempo a estudos em busca de aperfeiçoamento. Está de volta ao Rio de Janeiro, onde fixou residencia há mais de 20 anos.

Chico Chagas é acordeonista, pianista, baixista, compositor e arranjador. Filho, neto e bisneto de acordeonistas, Chico segue levando a tradição na arte de tocar acordeon pelo mundo afora: uma combinação da autêntica música brasileira com uma releitura jazzística. Chico é um dos poucos acordeonistas brasileiros que tocam a música da Amazônia.

Acordeonista desde os 7 anos de idade, começou a tocar profissionalmente aos 8 anos em um trio de forro, o Trio Mirim. Estudou harmonia no CIGAM, improvisação com Dário Galante, piano popular com o Maestro Leandro Braga e, mais tarde, acordeon clássico com o acordeonista inglês Romano Viazzani.

Em 2006 lançou o CD ‘E por Falar Em Acordeon’ pelo selo Rob Digital.

No exterior, fez um grupo com o saxofonista britânico Dave O’Higgins, que foi duas vezes eleito o melhor sax jazz player de UK. Em 2009 ganhou o prêmio de ‘Melhor Show de Jazz’ no Kaunas Jazz Festival, na Lituânia, onde participavam João Bosco, Paquito D’Rivera, entre outros. Tendo como repertório somente as composições de Chico Chagas, o grupo tocou em importantes festivais da Inglaterra e viajou a Europa e Asia. Um CD foi gravado e ainda está em fase de acabamento.

Chico Chagas criou a primeira noite de gafieira em Londres, a ‘Gafieira Brasil’, que ficou em cartaz durante um ano no Guanabara.
Em outubro de 2010 gravou um CD em Torino na Itália com os músicos Aldo Mela e Enzo Zirilli.

Ainda em 2010, Chico foi convidado a escrever um livro sobre ‘Accordion Jazz”. O convite foi feito pela Royal Academy of Music, por meio do professor Owen Murray, responsável pela cadeira de acordeon da RAM.

No mesmo ano participou do festival de filme brasileiro na Alemanha, dividindo o palco com os principais músicos de Stuttgart – Alemanha, como Franco Petrocca, Lorenzo Petrocca, Hans Fickelscher, o percussionista Bohdan Janke e o saxofonista Alexander Kuhn, entre outros. Nesse período, tocando no Forró de Domingo, teve a ideia de tocar clássicos em ritmo de forró, sob a influência do jazz. Assim surgiu a ideia do repertorio de seu último CD.

Chegando no Brasil criou o Acordeon Trio com os músicos Alexandre Cavallo no baixo e Christiano Galvão na bateria e percussão.
Em 2011 a Beltrami Accordions (Fisarmonicas Beltrami), da Itália, lançou o acordeon Modelo Chico Chagas.
Em 2012 lançou o CD ‘Um Chopin no Bach Ouvindo Um Forró’ com música erudita em ritmos nordestinos pela Mills Records. Tem trabalhado muito no mercado nacional fazendo shows e gravações com artistas brasileiros como Boca Livre, Roberta de Sá, Núria Mallena, Monique Kessous, Vanessa da Mata, entre outros…Também foi um dos acordeonistas que gravou a trilha do filme ‘De pai para filho’, filme que conta a história de Luiz Gonzaga.

Esteve presente em importantes eventos de sua terra, como algumas visitas e uma oficina de arranjo e prática de conjunto na EsAM (Escola Acreana de Música), e fez um show com importantes artistas da sua terra na Bienal do Livro em Rio Branco, Acre.

Chico Chagas se apresenta em Pirenópolis no dia 20/09.
Ouça Chico Chagas interpretando Luiz Gonzaga.

Muth Lopes e banda

É impossível falar de musica popular em Anápolis sem citar a virtuosidade existente no trabalho de Muth Lopes. Ele reune em seu repertorio verdadeiras perolas da MPB de todos os tempos, numa espécie de memória viva da musica popular brasileira.

Presença indispensável nos acontecimentos culturais da cidade Muth tem na alma a simplicidade e a genialidade dos que encontram na arte um canal de comunicação com a sensibilidade humana.

Entre as atividades que o musico desenvolve está a sua participação na Orquestra de Câmera da Escola de Musica. Adeir e Eder Jr. e o proprio Muth encontraram na formaçao do grupo uma forma de levar arte atraves da musica a eventos culturais e peincipalmente as escolas onde os alunos podem ver de perto os artistas e ouvir musicas executadas por Violoncelo, Flauta Transversal e violão que vão do clássico ao popular.

Ouça Muth Lopes

Flor de Pequi

Flor de Pequi é um grupo de brincadeiras de roda que mistura danças e músicas da tradição oral e tem valorizado os mestres e guardiães desta tradição no reavivamento dos brinquedos cantados e das cantigas de trabalho e de mutirão de plantio e colheita, promovendo uma rica integração intergeracional. O grupo caracteriza-se pela realização de cortejos e rodas de brincadeiras em escolas, ruas, praças públicas e eventos culturais diversos, criando vínculos entre os participantes, reavivando esse memorial e estabelecendo um rico diálogo com o púbico presente.

A roda é formada pelos brincantes e público presente e se desenvolve a partir do sorteio de brincadeiras realizado após a cantiga “Papagaio louro” e a parlenda “bento que benze é o frade”, quando então uma criança ou outro membro da roda escolhe a próxima brincadeira, fazendo com que os presentes passeiem ininterruptamente pelo rico e diverso cancioneiro brasileiro.

Assista Flor de Pequi:

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Ricardo de Pina Quarteto

Ricardo de Pina, baterista e compositor é nascido em Pirenópolis, Goiás. iniciou seus estudos aos 11 anos de idade. Estudou com vários bateristas, dentre eles Alfredo Maranha (Anápolis-GO), mas desenvolveu seu estudo praticamente como autodidata.

Participou de diversas oficinas do Festival “Canto da Primavera”, ministradas por Kiko Freitas, Chocolate, Adriano Trindade, Guilherme Santana, Marcio Bahia, Jurim Moreira, Oscar Bolão, Claudio Infante.

É professor particular de bateria, cursa música na Universidade de Brasília e atua no cenário musical de Pirenópolis, Anápolis, Goiânia e Brasília acompanhando vários artistas.

Ouça Ricardo de Pina Quarteto, que se apresenta em Pirenópolis no dia 19/09.

Evaldo Robson Quarteto

Evaldo Robson estará em Quarteto e fará um concerto com repertório ampliado e mais sofisticado.

Evaldo Robson já participou de shows e discos de artistas da MPB como Caetano Veloso, Djavan, Maria Bethânia, Sandra de Sá, Cássia Eller e Emílio Santiago. Além do Brasil, o cantor já se apresentou pelos Estados Unidos, Portugal, Inglaterra, França, Bélgica, Argentina, Venezuela e Uruguai.

Negróide

Edilson Morais, um dos mais requisitados percussionistas de Goiás, que dispensa apresentações. Tem em seu currículo mais de 100 gravações de cds dos mais diversos artistas, é integrante das bandas de Maria Eugênia, Pádua, Sertão, Com a Corda Toda, TonCris, Luiz Augusto etc.

E depois de mais de 20 anos na estrada Edilson Morais lança seu trabalho solo, Negróide – Edilson Morais.

Neste show Edilson apresenta todas as facetas do percussionista. No show tem programações eletrônicas (especialidade de Edilson) mescladas com percussão e harmonias. Um show para quem gosta de música.

Ouça Negróide, que se apresenta em Alto Paraíso, no dia 13/09.

Caçada da rainha de Colina do Sul

O Divino Espírito Santo e a Nossa Senhora do Rosário são cultuados em diversas regiões do Brasil. Em Colinas do Sul, município de Goiás, essas divindades são celebradas em uma mesma festa que ocorre anualmente na primeira quinzena do mês de julho: a Caçada da Rainha. O ritual de origem afro-brasileira é composto por 11 dias de folia a cavalo, em que dois grupos – a folia do Giro de Cima e a folia do Giro de Baixo – percorrem a região convidando as pessoas para a festa e para os três dias de batuque. O auge da festa acontece no segundo domingo do mês de julho, um dia após a entrega das folias. Ritmos populares como o batuque e o lundu – um dos mais antigos da cultura brasileira, com raízes na cultura africana – fazem parte do festejo.

Duo Massai

Criado em 1993, é um trabalho de música instrumental que mescla composições próprias e interpretações de diversos autores nacionais e internacionais.

Membros
Jorge Boavista ( Guitarra )
Ricardo Nunes ( Violão )

Camerata de violões de Alto Paraíso de Goiás

Projeto da Prefeitura Municipal de Alto Paraíso de Goiás.

Tem o patrocínio da Lei Goiazes e o apoio da Associação Assistencial Paulo de Tarso.
Visa o ensino prático e teórico do Violão, gratuitamente, com aulas e apresentações ao vivo.

Interesses da banda
Promover o gosto pela Música e trazer disciplina e Bem Aventurança a todos o envolvidos nas aulas e nas apresentações ao vivo.

Ricardo Leão (GO)

Pianista ,compositor e arranjador, produtor e diretor musical respeitado, o goiano Ricardo Leão, que há 27 anos mora no Rio de Janeiro, é hoje um dos músicos mais atuantes da cena musical brasileira. Cursou Licenciatura em Música na UFGo e estudou Piano Clássico com Dalva Pires , Belkiss Spencieri, Camargo Guarnieri e Piano Popular com Luiz Eça e Dario Galante .Acumula vários prêmios e traz a sua assinatura em aproximadamente 300 discos.

Compõe trilhas para TV, Teatro e Cinema.
Atua com Produtor Musical dos Programas “Som Brasil”,”Esquenta” e”TV Xuxa” da Rede Globo de Televisão .Ao lado de Mu Carvalho é compositor da Música Original da novela das 7 “Aquele Beijo” .

Já gravou 7 discos solo : Comboio (1987) e Dois (1990) ao lado do Guitarrista Natan Marques (Som da Gente) ; As Canções de Milton Nascimento (1995) com Nivaldo Ornelas (Visom Digital) ; Baladas Goianas (2000) (Anhanguera Discos) ; Teatro:Temas e Canções (2004) (Visom Digital) ; Idas e Vindas (2007) (Delira Música); Cinematecla (2009) (Delira Música).

Já se apresentou ao lado de grandes nomes da música internacional, como Joe Zawinul, o grupo vocal Take 6, o maestro Quincy Jones, o tenor espanhol José Carreras, e tem estado lado a lado da carreira de artistas como Simone, Martinho da Vila, César Camargo Mariano, Emílio Santiago, Margareth Menezes, Daniel Boaventura ,Orlando Morais entre outros. Com Zeca Baleiro, ganhou o prêmio SHARP de “melhor produtor ” pelo disco “Por onde andará Stephen Fry?”.

Assista Ricardo Leão – Amacord

Finlandia

FINLANDIA é um projeto formado pelo argentino Mauricio Candussi e o brasileiro Raphael Evangelista. No palco uma fusão de ritmos sul-americanos com foco em sonoridades pouco conhecidas fora de seus países de origem, como o Huayno, Saya, Baião, Candombe e, claro, sem esquecer dos tradicionais tango e bossa-nova. Tudo isso mesclado a elementos contemporâneos tocados ao vivo com violoncelo, acordeão, teclado, sons eletrônicos que passeiam por ambientes instrumentais e com coros de vozes. Esta fusão sonora rendeu-lhes diversos prêmios e destaque na imprensa de 17 países durante suas tours pela Europa e América Latina, dentre eles a seleção com mais 3 artistas mundiais pelo projeto londrino SOFAR MUSIC, a indicação entre 30 artistas emergentes brasileiros pela OI MUSICA e o prêmio HANGAR como melhor duo instrumental brasileiro de 2011.

Filandia se apresenta em Pirenópolis, na Sexta-Feira, dia 19/09. Não perca!


“O duo que vale por mil”
– MTV Brasil

Indicado a melhor disco revelação e de música livre por DALE (Prêmio Brasil Sul de Música 2013)

Indicado entre os 30 artistas brasileiros de destaque em 2012 (OI Novo Som e MPTM – Brasil)

Melhor grupo instrumental 2011 (Hangar Music Awards – RN/Brasil)

 

Ouça Filandia – Forronga

Sistema Criolina – Aparelhinho (DF)

Sistema Criolina, banda formada por Djs da famosa festa da capital federal e músicos de grupos, vertentes e estilos diferentes – dos quais integrantes dos ‘Móveis Coloniais de Acaju’, ‘Toró de Palpite’ e até da extinta ‘Tuba Antiatômica do Planalto’, entre outros.

Com formação flutuante, os integrantes fixos são Rafael “El Capitan” Oops nas programações eletrônicas, Dillo “Dedos” Daraujo nas guitarras, Esdras Nogueira no sax, Alexandre “Xande” Bursztyn no trombone, Rodrigo “Barata” Tavares na bateria e percussão e Anderson Nigro na bateria, mas com participações de Vavá “Galante” Afiouni no baixo, Luiz “Espiga” Rocha no clarinete, e Ivan “Nancy” Bicudo na guitarra ebow.

O som deles é um caldeirão de referências dançantes que vão desde batidas eletrônicas à fanfarra do leste europeu, com diversos ritmos brasileiros, como lambada, côco, frevo e repente.

Para o FIGO, o Sistema Criolina trará o projeto “Aparelhinho”, um carrinho elétrico equipado com gerador e som, empurrado por DJs e que virou sensação do carnaval de Brasília. O bloco nasceu em 2012 e desde então desfila esporadicamente em ensaios e na segunda-feira de carnaval, arrastando uma multidão pelo centro da cidade, embalados pelos ritmos de todos os carnavais.

Sistema Criolina se apresenta na Sexta-Feira, 12/09, em Alto Paraíso. Não perca!

Sinta o clima de festa do projeto Aparelhinho:

 

 

Ouça Sistema Criolina – Pequi Bar Week

Fronteiras Imaginárias – Benjamim Taubkin e Antônio Arnedo (BRA/COL)

Fronteiras Imaginárias reúne o saxofonista colombiano Antonio Arnedo e os brasileiros Benjamim Taubkin (piano), Sérgio Reze (bateria) e João Taubkin (baixo) em mais uma união musical entre a América Latina.

Em 2005 deu-se início a uma linda experiência de integração e descobertas musicais do continente, através do América Contemporânea – um coletivo de nove músicos de sete países da América do Sul.

Em nossa primeira apresentação em São Paulo, fui surpreendido com a notícia que um saxofonista colombiano estava na cidade e queria nos conhecer. Era Antonio Arnedo- que se juntou a nós naquela mágica noite. – diz Benjamim.

Desde então Arnedo e Taubkin se encontraram diversas vezes no Brasil e na Colômbia, aonde o músico brasileiro pode entender melhor o papel do colombiano, como o criador de uma corrente dentro da moderna música instrumental colombiana.

Orquestra Contemporânea de Olinda (PE)

Música que toca lá dentro e desperta aquela vontade da gente ser feliz. Porque a gente sai de Olinda para tocar pelo mundo, mas Olinda não sai da gente. E assim a gente segue o nosso caminho. Trazendo todo mundo para cá. Levando o nosso mundo por aí.

Desde 2008 estamos na estrada. Nesse mesmo ano lançamos o primeiro álbum, o Orquestra Contemporânea de Olinda, que durante a turnê de lançamento recebeu menção do jornal O Globo como o melhor show do ano. Tivemos a alegria de ver o trabalho indicado ao Prêmio da Música Brasileira (2009) e ao Grammy Latino (2010).

Em 2012 lançamos o segundo disco, ‘Pra ficar’, com direção musical de Arto Lindsay. Em 2013 fizemos nossa quarta turnê internacional com passagem pela Womex, a mais expressiva convenção de música do mundo. E agora, em 2014, estamos com patrocínio conquistado pelo Petrobras Cultural, circulando pelo Brasil e com novo disco para ser lançado no segundo semestre de 2014. E então? Bora com a gente?

Ouça Orquestra de Olinda – De leve

Cuca Roseta (PT)

Por uma vez, escrever ‘destino’, ‘alma’ e ‘verdade’ sem medo de exageros ou lugares-comuns quando se fala de fado. Trata-se de um privilégio raro, porque raro são os predestinados a cantar um género musical que não deixa mentir. E o fado não deixa mentir: não interessa a voz, a figura, o estilo – ou sentimos verdade ou não sentimos. E com Cuca Roseta, sentimos.

O seu disco de estreia, em nome próprio, resume a história de alguém que sempre acreditou numa vontade maior do que ela – e soube esperar. Mesmo já tendo participado numa banda marcantes para a musica moderna portuguesa – os Toranja -, Cuca Roseta sempre soube que era no fado que se iria encontrar. Apenas esperava o momento certo, os cúmplices perfeitos.
Aconteceu. De um encontro fortuito (alguns dirão predestinado) com o músico, compositor e produtor argentino Gustavo Santaolalla – que já conta na bagagem com dois Óscares para Melhor Banda Sonora (Babel e Brokeback Mountain) – nasceu este «caso de amor musical», nas palavras da própria fadista. Santaolalla, que tera ficado deslumbrado com uma actuação de Cuca no Clube do Fado, não hesitou em convidá-la para um projecto comum. Durante a gravação deu tempo e espaço para a voz de Cuca Roseta dizer a verdade que tem. O resultado é uma colecção de temas que, dos mais clássicos como “Rua do Capelão” ou “Marcha de Santo António”, até aos musicados como “Porque Voltas De Que Lei” (letra de Amália Rodrigues, colaboração do tanguero Cristobal Repetto) ou “Maré Viva” (poema de Rosa Lobato Faria vertido para castelhano pelo próprio Santaolalla), este é um testemunho verdadeiro de uma vocação. E ainda com a mais-valia de nos apresentar uma fadista dona das suas próprias palavras, como acontece em “Homem Português” ou “Roubei Teu Amor Ao Tempo”.

Acompanhada por Mário Pacheco na guitarra portuguesa, Pedro Pinhal na viola de fado e Rodrigo Serrão no contrabaixo, Cuca Roseta contou ainda com as preciosas colaborações de Ricardo Rocha………

Cuca Roseta sabe que seguiu o seu destino, e não é menos do que isso que ela quer partilhar connosco, de forma natural, genuína e com um timbre tão perfeitamente afinado.

Agora é a nossa vez: esta verdade tem de ser ouvida de tão rara que é.

Ouça Cuca Roseta:
Cuca Roseta – Quem és tu afinal

 

Maira Freitas (RJ)

Pianista, cantora e arranjadora formada pela Escola de Música da UFRJ. Possui uma carreira extensa como pianista erudita e ultimamente está se aventurando pela música popular. Filha de Martinho da Vila, estreou como cantora e pianista no disco “Poetas da Cidade” do pai e agora está lançando seu primeiro disco solo como cantora e pianista pela gravadora Biscoito Fino. Paralelamente faz shows com sua irmã Mart’nália e com seu pai.

A jovem pianista carioca teve seus primeiros contatos com o piano aos sete anos na Escola de Música Pró-Arte em Laranjeiras. Deu continuidade aos seus estudos no Conservatório Brasileiro de Música e formou-se Bacharel em Piano na Escola de Música da UFRJ. Apesar da densa formação acadÍmica como aluna de Maria Teresa Madeira e Luis de Moura Castro, possui um relacionamento muito eclético com a música. Maíra sempre teve muito contato com a música popular brasileira e hoje transita livremente entre o choro, o samba e o repertório de música erudita. Participou de inúmeros festivais de múica, cursos e master classes no Brasil e no exterior onde teve contato com professores de renome nacional e internacional, entre eles Sergio Monteiro, Luis Senise, Sergei Dorensky (Rússia), Roberto Bravo (Chile), Michel Dalberto (França), Sergei Duchachov (Rússia), Stefan Meylaers (Bélgica), Geoffrey Haydon (EUA), Gregor Vidovic (Alemanha), Pierre Ferraux (Bélgica), Evgeny Izotov (Rússia), Joseph Banowetz (EUA), Jan Kadlubiski (Polônia), Joseph Stanford (África do Sul), Tam·s Ung·r (Hungria/EUA) e Adam Wodnick (Polônia/EUA), entre outros.

Participou de diversos concursos de piano no Brasil e no exterior obtendo inúmeras premiações entre as quais se destacam: 3º Lugar no Varna International Piano Competiton (Bulgária), 2º Lugar no Concurso Nacional Magda Tagliaferro, 2º Lugar no Concurso Nacional Souza Lima, 1º Lugar no Concurso Nacional para Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica da Bahia, 1º Lugar no Concurso Nacional Maria Teresa Madeira. Realiza intensa atividade como solista e camerista, se apresentando em importantes salas de concerto como: Varna Opera House (Varna – Bulgária), Teatro Colón (Argentina), Theatro Municipal do Rio de Janeiro e Teatro Municipal de Niterói, Sala Cecilia Meireles, Centro Cultural Banco do Brasil, Sala Baden-Powell, Casa de Rui Barbosa, Escola de Música da UFRJ, Conservatório Brasileiro de Música, incluindo recitais no Projeto Música no Museu e outros locais. Esteve à frente de algumas orquestras como solista, entre elas a Orquestra Sinfônica da Bahia, Orquestra da Escola de Música da UFRJ, Orquestra Jovem de Campos dos Goytacazes (com a qual fez uma excursão pela América Latina) e a Varna Philharmonic Orchestra. Nesses concertos teve a oportunidade de trabalhar com os regentes Piero Bastinelli, André Cardoso, Luis Mauricio Carneiro e Valeri Vatchev. É integrante do grupo PianOrquestra (myspace.com/pianorquestra) com o qual faz shows no Brasil e no exterior, tendo recentemente excursionado no Canadá, Chile e Noruega. Também foi integrante do Victor Somma Trio (myspace.com/victorsommatrio) e arranjadora da banda Exalta Rei.

Ouça Maíra Freitas – Lembrar de que

Escalandrum (ARG)

Escalandrum é um sexteto argentino de música instrumental criado pelo neto de Astor Piazzolla, reinventor do tango.

Ganhador do Prêmio Gardel – o mais importante da música argentina – nas categorias Melhor Álbum de Jazz, Melhor Álbum do Ano e Gardel de Ouro, pela carreira, o Escalandrum também conquistou reconhecimento internacional. O sexteto já passou por mais de 40 países e recebeu uma indicação ao Grammy Latino, em 2012, na categoria Melhor Álbum Instrumental.

O nome do grupo se deve a uma combinação de escalandrún, uma espécie de tubarão que Daniel costumava pescar com seu pai, numa tradição familiar que vem do avô Astor, e da palavra drum, tambor em inglês. Para Daniel, a boa aceitação do grupo se deve não só ao amadurecimento do sexteto e da qualidade técnica dos seus integrantes, mas também à atual cena musical argentina. “É muito ativa. Há muitos locais para tocar e artistas consolidados. Existe muita criatividade e música original”, comenta.

O próximo lançamento do grupo retoma a obra de Piazzola. O Projeto elétrico será baseado nas Quatro estações portenhas, peças compostas por Astor Piazzolla, entre 1964 e 1970, inspiradas na obra de Antonio Vivaldi. Daniel Piazzolla faz questão de lembrar, entretanto, que o grupo segue criando e buscando um som próprio, tal como sempre fez o seu nonino Astor.

Ganhador do Prêmio Gardel – Melhor Álbum de Jazz


Melhor Álbum do Ano e Gardel de Ouro, pela carreira


Indicação ao Grammy Latino (2012) – Melhor álbum instrumental

 

Ouça Escalandrum – Fuga 9

Jorge Luiz

Jorge Luiz é aluno do programa de Pós Graduação em Música da UFG (Mestrado em Performance), sob a orientação do prof. Dr. Eduardo Meirinhos. Participou de cursos e festivais de aperfeiçoamento de âmbito internacional, tendo a oportunidade de tocar em masterclasses para eminentes violonistas, tais como Andreas Von Wangenheim (Alemanha), Daniel Wolf, Edelton Gloeden, Duo Siqueira Lima, Luiz Mantovani, Judicael Perroy (França), Jorge Caballero (Estados Unidos), Julio Alves (Estados Unidos), Freya String Quartet (Estados Unidos) entre outros. Em 2012 Jorge Luiz foi agraciado com uma bolsa de estudos integral da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES, o que lhe permitiu estudar na Marshall University, nos Estados Unidos onde também atuou como recitalista.

Jorge Luiz se apresenta em Pirenópolis, no dia 19/09, Sexta-Feira.

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